Por que é importante regularizar a convivência (visitas) com o filho?
- Joyce Oliveira

- há 16 horas
- 2 min de leitura
Não é raro que um dos pais não se preocupe em regularizar ou formalizar a convivência com o filho. Em muitos casos, isso ocorre porque não se compreende a real importância desse ajuste — e é justamente esse o objetivo deste artigo.

Os filhos crescem naturalmente na companhia dos pais. No entanto, quando os genitores não convivem mais sob o mesmo teto, essa dinâmica muda e, se não for bem conduzida, pode se tornar um problema.
O divórcio ou a separação dos pais não é um processo simples para a criança. A ruptura familiar pode gerar impactos emocionais relevantes e, se não houver organização e previsibilidade, pode comprometer o desenvolvimento saudável do filho.
A convivência familiar é um direito da criança e do adolescente, assegurado por lei, e também um dever dos pais. Ela é essencial para garantir segurança emocional, estabilidade e o fortalecimento dos vínculos afetivos.
Por isso, a convivência importa — e muito.
A importância da regulamentação da convivência
Quando os pais não estão juntos, pode haver guarda compartilhada ou guarda unilateral. Em ambas as hipóteses, o genitor que não reside com o filho tem o direito de conviver regularmente com ele.
Mas imagine deixar essa definição exclusivamente a cargo da vontade dos pais:
E se um deles impede a convivência?
E se o outro exige encontros em dias ou horários que não fazem bem à criança?
E se surgem conflitos constantes?
Situações assim são mais comuns do que se imagina — e talvez você até se identifique com alguma delas.
É nesse contexto que a regulamentação da convivência se torna indispensável.
Embora existam modelos mais comuns, como finais de semana alternados, é fundamental compreender que não existe uma fórmula única. Cada família tem sua própria realidade, rotina, distância geográfica, horários e necessidades específicas da criança.
Com a convivência devidamente regulamentada, cada genitor sabe exatamente quando poderá estar com o filho, e a criança passa a viver dentro de uma rotina previsível, segura e saudável.
Quando procurar orientação jurídica?
Se você precisa regularizar a convivência ou até mesmo revisar um acordo existente que já não faz sentido, é fundamental buscar orientação jurídica especializada.
Uma regulamentação bem estruturada não evita apenas conflitos entre os pais — ela protege, acima de tudo, o bem-estar emocional e o desenvolvimento do filho.



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